17/05/2018

SAIBA COMO SE PROTEGER DA GRIPE NESTE INVERNO

Cuidados simples, como lavar a mão várias vezes ao dia, podem prevenir a infecção.

O inverno está chegando e com ele a temporada de doenças respiratório e a temida influenza. Trata-se de uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de fácil transmissão e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida, porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma mais grave.

A prevenção é o melhor remédio. Cuidados simples podem evitar a contaminação, como lavar as mãos várias vezes ao dia e usar álcool gel 70%; cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar; manter os ambientes ventilados; não compartilhar objetos de uso pessoal; manter hábitos saudáveis, como comer bem, dormir bem e fazer exercícios; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

Isto porque o vírus é transmitido pelo contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com boca, olhos e nariz.

O vírus causa infecção aguda das vias aéreas, junto com quadro febril. O quadro começa a ser revertido após dois ou três dias e volta ao normal por volta do sexto dia. A febre geralmente é mais acentuada em crianças. Os demais sinais são habitualmente de aparecimento súbito, como: calafrios, mal-estar, cefaleia, dor muscular e nas articulações, dor de garganta, prostração, tosse seca, rouquidão, hipermia conjuntival, coriza, diarreia, vômito e fadiga.

Campanha de vacinação
Até o dia 1º de junho, o Ministério da Saúde está realizando a campanha de vacinação contra influenza. A meta é vacinar 54,4 milhões de pessoas, protegendo-as contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul (A/H1N1; A/H3N2; e influenza B).

A população-alvo são idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto). Entre os grupos prioritários, segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), também estão os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. De acordo com o Ministério, a vacina contra a gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou óbitos.
 
Fontes: Ministério da Saúde e Portal Saúde Brasil  

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